Empreendedorismo Feminino – Empreender e trabalhar com música são dois sonhos que muita gente compartilha. Poucas pessoas sabem, porém, que há um ramo no mercado de franquias que possibilita a realização dessa aspiração: as redes de educação musical!

Com esse artigo, inauguraremos uma série de posts que contará a história de mulheres empreendedoras que resolveram investir nesse mercado, unindo a paixão pela música e pela educação com retorno financeiro e a possibilidade de mudar vidas de alunos e famílias!

“Acho que o maior impacto que causamos [como parte da School of Rock] é realmente na vida de cada indivíduo das mais diversas formas. […] No caso do mercado musical e mais especificamente na educação musical, tenho certeza de que muitas mulheres encontrarão grandes realizações ao ver crianças, jovens e adultos transformando suas vidas e realizando sonhos!”

Empreendedorismo Feminino

Empreendedorismo Feminino: RENATA LOUBET, PROPRIETÁRIA DA SCHOOL OF ROCK FLORIPA

Nossa primeira entrevistada foi Renata, natural de Brasília. Renata começou a empreender desde cedo: ainda na faculdade, ela abriu com seu pai uma empresa de gráfica rápida. Depois de 12 anos, mudou-se para São Paulo e vendeu a empresa. Em São Paulo, enquanto trabalhava com programas de melhoria em gestão nas indústrias em uma das casas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ela conheceu a School of Rock, a maior rede de escolas de música do mundo.

Na época, ela não buscava uma franquia na qual investir. Na verdade, seu primeiro contato com a School foi como mãe de alunos. Seus filhos estudaram por quatro anos na unidade Moema da rede, fazendo parte das aulas individuais e ensaios em banda que a escola oferece e apresentando grandes shows, inclusive viajando para tocar em outras cidades! Além de ensinar instrumentos musicais, Renata percebeu que a escola trazia “oportunidades de reforço em tantas habilidades importantes para nossos filhos nas suas vidas adultas”, Essa percepção se deu, pois, nos ensaios e shows seus filhos passaram a desenvolver confiança, liderança, disciplina, trabalho em grupo e fizeram amigos!

 

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Em 2018, o marido de Renata foi convidado para trabalhar em Florianópolis. Toda a família se mudou para a cidade e ali Renata viu uma oportunidade : “oferecer para outras pessoas a chance de viver tão intensamente as apresentações de seus filhos, como eu vivi, e ver como a cada show eles podem estar mais confiantes e desenvoltos, tudo num ambiente extremamente familiar”. E assim abriu a primeira unidade School of Rock da cidade.

De volta ao mundo do empreendedorismo, Renata passou por desafios durante a pandemia do coronavírus, mas diz que todos valeram a pena. Segundo ela, “a alegria e a motivação de ver nossos alunos se desenvolvendo, felizes, num ambiente acolhedor, não tem preço!”.

Que tal conhecer mais sobre Empreendedorismo Feminino através da história da Renata? Confira na íntegra a entrevista da qual ela participou contando sobre sua carreira, seu propósito e oportunidades que vê para mulheres no mercado da música!

1- Como tem sido sua experiência como franqueada de uma unidade da SoR até o momento?

“Abri minha unidade da School of Rock em outubro de 2019 e, em março de 2020, tivemos que fechar a escola até setembro de 2020. Foram vários meses de operação complexa em função de tantas restrições que a pandemia nos trouxe, portanto só agora posso dizer que estamos quase operando em condições normais. Porém, mesmo assim, com tantos desafios, a alegria e a motivação de ver nossos alunos se desenvolvendo, felizes, num ambiente acolhedor, não tem preço! Tiramos energia de tudo isso para seguir em frente e superar as barreiras que surgem ao longo do caminho. É extremamente gratificante!”

2- Como você vê o impacto da SoR na comunidade? Tem algum caso legal para  compartilhar? 

Acho que o maior impacto que causamos é realmente na vida de cada indivíduo das mais diversas formas. Tem o aluno cujos pais nos agradecem sempre que podem, pois levamos alegria e socialização para um adolescente tímido, o qual  só na School consegue achar um propósito. Alunos que têm algum tipo de diagnóstico e encontram nos ensaios a inclusão tão necessária, adultos que relatam a realização de um sonho, que é tocar numa banda, o encontro de adultos das mais diversas faixas etárias que se reúnem para tocar juntos, enfim, temos vários casos para comprovar a assertividade da nossa proposta e o cumprimento do nosso propósito!

3- Falando sobre Empreendedorismo Feminino, como você enxerga o protagonismo das mulheres no mercado musical?

Entrei para o da música com a School em 2019, portanto não tenho muitos dados para essa comparação, mas algo que observo é que o protagonismo é masculino em muitos contextos. Porém, no caso da música, acho que as mulheres já estão melhor posicionadas, ocupando funções gerenciais com muita competência, assim como outras funções relacionadas a esse  mercado.

4- Qual seria seu conselho para mulheres que buscam entrar nesse mercado?

Entendo que entrar em qualquer mercado exige coragem e enfrentamento dos desafios que cada um deles possui. No caso do mercado musical e mais especificamente na educação musical, tenho certeza de que muitas mulheres encontrarão grandes realizações ao ver crianças, jovens e adultos transformando suas vidas e realizando sonhos! Meu conselho é: entrem aqui, pois tem muito lugar para nós!!

5- Pode contar brevemente como foi sua carreira até a SoR?

Sou engenheira civil por formação, mas nunca trabalhei como tal. Antes de me formar, montei uma empresa com o meu pai em 1995, de serviços de gráfica rápida, e evoluímos para impressões em grandes formatos, o que permitiu mantermos o negócio  por 12 anos. Por motivos profissionais nos mudamos para São Paulo em 2007 e vendemos a empresa. Em São Paulo, trabalhei durante vários anos com programas de melhoria em gestão nas indústrias, em uma das casas da Confederação Nacional da Indústria – CNI. Em 2018, novamente, uma demanda profissional do meu marido nos trouxe a Florianópolis, e, como me desliguei da CNI quando saí de São Paulo, decidimos empreender novamente e assim iniciei a minha empreitada com a School of Rock.

6- Como foi a decisão de empreender?

Como mencionei, já havia empreendido antes, então esta vontade de ter um negócio próprio sempre foi presente na minha vida. E a possibilidade surgiu com a mudança para Florianópolis e a oportunidade de iniciar um novo ciclo profissional.

7- Entre tantas franquias, o que te levou a escolher a SoR?

A escolha pela SoR não foi porque busquei franquias para empreender, mas porque conheci o negócio como cliente em São Paulo, onde meus filhos estudaram por 4 anos. Esses anos nos trouxeram experiências tão incríveis e mais do que isso, oportunidades de reforço em tantas habilidades importantes para nossos filhos  na vida adulta, que nos encantamos.

O desejo de oferecer para outras pessoas a oportunidade de viver tão intensamente as apresentações de seus filhos, ver como a cada show eles ficam mais confiantes e desenvoltos, tudo num ambiente extremamente familiar, foi sem dúvida a maior motivação para o novo ciclo.  

E como ainda não havia uma SoR Floripa, decidimos abrir a nossa própria.

8- O que você espera do futuro da SoR?

Espero um crescimento dentro de um ciclo virtuoso para todos os franqueados, colaboradores, professores e principalmente para nossos alunos. Que o crescimento da Rede, principalmente no Brasil, traga mais oportunidades para todos os nossos alunos realizarem  o sonho de se tornarem rockstars!!!

A School of Rock apoia o Empreendedorismo Feminino!