Comemorado em 13 de julho, o Dia Mundial do Rock surgiu em 1985 e, desde então, tem estimulado pessoas ao redor do mundo a celebrar o estilo musical, mantendo vivos riffs de guitarra que marcaram – e ainda marcam – gerações de roqueiros. Da mesma forma, a School of Rock tem uma missão semelhante: fazer shows para ensinar música e impactar a vida das pessoas.

“É uma escola movida à paixão e ao propósito de transformar vidas através das atividades musicais”, enfatiza Fernando Quesada, sócio-diretor da rede no Brasil, que tem uma longa história no mundo da música com a banda Shaman e Noturnall, presente em grandes festivais, como o Rock in Rio.

História de sucesso

A School of Rock é uma rede de ensino de música que surgiu na Filadélfia, nos Estados Unidos, no final da década de 1990, e se transformou em um fenômeno mundial, operando em mais de 320 unidades, espalhadas por 15 países. No Brasil, ela chegou pelas mãos de Paulo Portela, que após 27 anos na gigante IBM, decidiu mudar de vida ao trazer a marca para o país – e, até hoje, está à frente da rede.

Desde que estreou por aqui, em 2013, a School of Rock não para de crescer: nos últimos três anos, a ampliação média foi de 30%. Já são mais de 50 escolas e mais de oito mil alunos em todo território nacional. Fora as unidades em Portugal e na Espanha, que agora são administradas pelo time brasileiro.

Esse sucesso se deve, principalmente, à metodologia própria e inovadora da marca. “A gente inverteu o sistema de ensino tradicional de música. Ao invés de ter aula para depois fazer ensaio, para depois chegar ao show, começamos já pela apresentação como objetivo”, explica Quesada.

Aprendizado no palco

O dia a dia na School of Rock é diferente do que se encontra em outras escolas de música. Nela, o aluno aprende através da prática e de vivencias que envolvem shows da própria escola, mas também experiências nacionais e internacionais, inclusive em grandes festivais.

Não à toa, o lema da marca é “não ensinamos música para fazer shows, fazemos shows para ensinar música”. Só para se ter uma ideia, a rede promove um show a cada três dias do ano. “Através de apresentações se fazem os ensaios e, para a realização dos ensaios, são feitas as aulas”, ensina o sócio-diretor.

Rock and Health

De acordo com pesquisas da Universidade de São Paulo e da Universidade de Psicologia do Reino Unido, a música pode estimular o desenvolvimento do cérebro, tem propriedades para equilibrar o nosso corpo e é uma importante aliada no equilíbrio emocional. Pensando nisso, a School of Rock é preparada para receber alunos de todas as idades, a partir dos três anos, e de todos níveis técnicos e aspirações musicais.

Segundo o sócio-diretor de operações, Pedro Aranha, a empresa tem como um dos objetivos ser uma ferramenta de desenvolvimento humano e combate aos problemas ligados à saúde mental, emocional e física de seus estudantes.

“Trabalhamos muito a socialização, o trabalho em grupo, toda a questão do desafio pessoal, sempre com um objetivo: que é subir ao palco para ganhar mais autoestima, empoderamento, para realmente desenvolver a capacidade e o potencial humano dos nossos alunos”, explica Pedro.

Em um mundo tão dinâmico e imediatista, que afeta a qualidade de vida da população, nada melhor do que focar em algo que possa realmente garantir benefícios a curto, médio e longo prazos.

“Graças à nossa metodologia e às atividades que desenvolvemos, colocamos objetivos para os alunos alcançarem, estimulando uma jornada cheia de conhecimento para a vida, independente se a pessoa vai ser profissional ou se terá a música como um hobby”, finaliza o sócio-diretor.

Rumo ao futuro

A rede tem um plano de expansão ousado para os próximos dez anos, com o objetivo de atingir 300 escolas em todo o Brasil – uma excelente oportunidade de negócio para os empreendedores locais. E não precisa entender de música para se aventurar nesse universo tão rico e desafiador. O setor de operações da School of Rock auxilia o franqueado em toda a operação. Desde a estruturação da escola, metodologia, contratação e treinamento dos professores, passando pela parte financeira e pelo marketing, além da consultoria em eventos.

“Trabalhamos junto ao franqueado construindo o crescimento da marca e o também crescimento dele. É uma aposta para quem procura um negócio que une propósito e finanças”, lembra Paulo Portela, CEO da empresa. Quem já aderiu fala com paixão e entusiasmo da franquia, que além de gerar uma excelente fonte de renda, ainda toca a vida das pessoas com muita determinação.

“A School of Rock ultrapassa os objetivos convencionais de uma escola de música tradicional, levando os alunos a experimentar jornadas musicais muito mais ricas. Através dos instrumentos musicais, eles vivenciam experiências no palco, com bandas. Vivências performáticas que os auxiliarão em conquistas pessoais e, também, dentro de suas expectativas musicais”, descreve Maurício Paraventi, da School of Rock Moema, em São Paulo.

“O lado mais benéfico de todos, desde que eu conheci a School of Rock, é saber que estou ali impactando vidas positivamente. E contribuindo diretamente para o desenvolvimento de crianças, adolescentes e adultos”, descreve Renan Alquati, da unidade de Perdizes, também na capital paulista.

Franqueada de Florianópolis, Renata Loubet concorda com os colegas. “O que mais mudou na minha vida foi poder ver de forma tão clara como o processo é transformador. E como podemos mudar a vida de muitas famílias”, completa.

“Se você está procurando alguma coisa que vai te dar prazer, com certeza pode investir na School of Rock”, finaliza Alexandre Fernandes, da unidade de Campinas.

MATÉRIA ORIGINALMENTE PUBLICADA NA REVISTA PEGN


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